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CB 500 - Moto CB 500 - CB 500 Tuning
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| Disponível em todas as cores |
Disponível para todos os anos |
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Está aberta a temporada de boatarias. Alguns são muito fortes e se repetem em vários pontos do Brasil, o que dá uma certa credibilidade. Outros são realmente suspeitos. Por exemplo é quase certo o lançamento de uma nova BIZ 125 +, com estilo mais moderno para concorrer com a Yamaha Neo 115. As promessas são novo painel com marcador de combustível e hodômetro digital; rodas liga leve 6 raios, disco dianteiro pistão duplo, cores buscando uma imagem esportiva (o pessoal na Honda anda lendo Motonline): laranja metálico ou preta; defletor frontal em plástico preto pra diferenciar, adesivo do modelo confeccionado em vidrotim em alto relevo; e o mais legal: preço competitivo, algo em torno de R$650,00 acima da BIZ ES. Essa novidade deve chegar às concessionárias em poucos dias. Essa versão era relativamente óbvia, uma vez que a Biz 100+ era o modelo que mais agradava o público feminino, responsável por 50% das vendas do modelo.
Outra bomba dos porões da Honda também tem a ver com as polêmicas geradas aqui no Motonline a respeito da saída de produção da CB 500. A Honda deve iniciar em fevereiro a venda de um pequeno lote (100 unidades) da CB500 exatamente como aquela que foi montada em Manaus até 2003. Apenas um tapinha na pintura (que deve ser preta). Será ano/modelo 2005/2005 e deverá chamar CB500 Special Edition. Preço de venda em torno de R$23.000. Não me perguntem o porquê dessa idéia, mas deve ter a ver com o buraco deixado no mercado entre as 250 e a Hornet no segmento “urbanas”. A Suzuki parou de importar a GS 500 e a previsão passou de março para outubro. A Yamaha só oferece modelos trail ou custom e quem pretendia ter uma moto na faixa de R$ 20 mil viu suas opções desaparecerem. Se a série especial surtir um resultado efetivo, pode-se imaginar o retorno da CB 500 em doses homeopáticas. Esse revival não é novidade, já houve isso antes quando lotes de motos que estavam guardadas para venda a frotistas não foram entregues e terminaram nas concessionárias.
Os outros rumores mais fantasiosos são sobre a possível descontinuidade da Falcon ainda nesse ano, para ser substituída por uma eventual FMX 650. O problema da FMX é o motor fraco (cerca de 38 cv) e antiquado, que apenas se justificaria se viesse a um preço bem abaixo da XT 660 para ocupar o espaço na faixa 400 a 600. O apelo do visual supermotard pode compensar um desempenho mais animador e a conquista seria na relação custo-benefício. Pela quantidade de Falcon Supermotard que tem rodando por aí, essa jogada seria uma forma de entrar no segmento, furar a Sundwon com a primeira supermotard brasileira e ainda infernizar as vendas da Yamaha XT 660.
A Yamaha acaba de apresentar a XT 225 ano 2006, o que termina com a alegria de ver uma nova 250 injetada no mercado. A razão do aborto da XT 250 pode ser desde ordem técnica (esperar para ver como se comporta o primeiro motor Yamaha 250 com injeção) ou de mercado, já que sabidamente as motos de uso misto vendem muito pouco no Brasil (apesar de termos apenas 20% da malha viária asfaltada – coisas de Lisarb).
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